Um bom script de prospecção não é um texto pra decorar, é uma estrutura pra personalizar. Template pronto queima lista boa. Veja a anatomia de uma mensagem que a pessoa responde, e como o Domina escreve na sua voz em vez de um roteiro engessado.
O decisor recebe a mesma abertura genérica dez vezes por semana. No instante em que ele reconhece o molde, você virou ruído. O erro não é ter uma estrutura, é usar o mesmo texto pra todo mundo. A saída não é escrever tudo do zero na mão (não escala), nem colar template (não responde). É ter uma boa estrutura e preencher com contexto real de cada lead.
Gancho com contexto
A primeira linha prova que a mensagem é pra aquela pessoa: um sinal real do lead ou da empresa. Sem isso, o resto não é lido.
A dor, não o produto
Fale do problema que você resolve, do ponto de vista do lead. Recurso e pitch vêm depois, se houver conversa.
Prova curta
Um sinal de credibilidade em uma frase (um caso parecido, um número), sem transformar a mensagem num panfleto.
Um pedido de baixo atrito
Um único CTA fácil de aceitar ("faz sentido uma conversa de 15 minutos?"). Nunca dois pedidos na mesma mensagem.
O script é um toque. A reunião vem da sequência: veja como montar uma cadência de vendas e como aplicar o script na prospecção no LinkedIn.
Em vez de um script fixo, a IA do Domina é treinada com o seu material real e escreve cada mensagem a partir do contexto do lead, seguindo a boa estrutura, mas com o seu jeito de falar. Você aprova antes do envio. A mesma ideia sai ajustada pro tom de cada canal, e o follow-up entra na cadência sozinho. O lead lê e jura que foi você que escreveu.
Gancho com contexto real, a dor do lead (não o seu produto), uma prova curta de credibilidade e um único pedido de baixo atrito. Curto, escaneável e específico. É a estrutura, não o texto decorado, que faz a mensagem funcionar.
Como estrutura, sim. Como texto copiado e colado, não. Template reconhecível ("vi que você trabalha na tal empresa") é lido como robô e vai pro arquivo morto. O certo é usar a estrutura e personalizar o conteúdo pra cada lead.
O esqueleto é o mesmo, o tom muda. LinkedIn é mais formal, WhatsApp é mais direto, e-mail aguenta um pouco mais de contexto. A mesma ideia, ajustada pro lugar onde a pessoa vai ler.
Em vez de um roteiro fixo, a IA é treinada na sua voz e escreve cada mensagem a partir do contexto real do lead, seguindo a boa estrutura, mas sem soar template. Você aprova antes do envio. O lead lê e reconhece uma pessoa.